segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Novas cores, novas poesias, outros cheiros, outras dicussões, várias filosofias, apenas um desejo. Tudo novo, para não sucumbir ao que pode já estar posto.
O mais intrigante em toda essa história, é não ter continuidade.

A eternização de momentos que gostaríamos de repetir. Por que tem que ser assim?

Há uma lógica nestas relações?

Queria entender, como tudo chegou a isso. Mas, será mesmo que a resposta está naquilo que vemos à noite? No inconsciênte?

Relações de submissão, onde sempre haverá uma resposta codificada!

Minhas indagações começam em terminam, as voltas do amor. Acreditar no amor e enxergar a falta dele, é o mais doloroso.

O problema não está em pensar muito, e sim, no sentir. Sentir muito, para definir as perturbações. Sei lá, como diz meu grande amor, o que nunca falha. " Sempre que busco o que há de fundamental em mim, é o gosto da felicidade que encontro". - Albert Camus.

2 comentários:

Buda Verde disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Buda Verde disse...

errata:

Ei, lindona.