O mais intrigante em toda essa história, é não ter continuidade.
A eternização de momentos que gostaríamos de repetir. Por que tem que ser assim?
Há uma lógica nestas relações?
Queria entender, como tudo chegou a isso. Mas, será mesmo que a resposta está naquilo que vemos à noite? No inconsciênte?
Relações de submissão, onde sempre haverá uma resposta codificada!
Minhas indagações começam em terminam, as voltas do amor. Acreditar no amor e enxergar a falta dele, é o mais doloroso.
O problema não está em pensar muito, e sim, no sentir. Sentir muito, para definir as perturbações. Sei lá, como diz meu grande amor, o que nunca falha. " Sempre que busco o que há de fundamental em mim, é o gosto da felicidade que encontro". - Albert Camus.

2 comentários:
errata:
Ei, lindona.
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